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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Tem como economizar numa residencia

Como economizar:



Se for viajar, tire tudo da tomada!
•    Apague sempre as luzes ao sair do ambiente.
•    Prefira fogão ao uso de micro-ondas.
•    Gaste menos energia elétrica no horário de pico (17h30 às 20h30).
•    Verifique a potência e o consumo de energia elétrica antes de adquirir um aparelho eletroeletrônico.
•    Procure aproveitar mais a luz solar.
•    Evite ligar mais de um aparelho eletroeletrônico ao mesmo tempo.
•    Verifique a borracha que veda a geladeira.
•    Utilize chuveiro a gás.
•    Verifique se não há escape de energia nas fiações de sua residência, procure um eletricista.

Como economizar
Para o gerente de Produção e Desenvolvimento e Eficiência Energética (P&D-CEB), Elias Brito Júnior, as contas de energia e água podem ser menores, basta os consumidores educarem seus hábitos. “A geladeira, por exemplo, é responsável pelo maior consumo de energia elétrica em uma residência, cerca de 30%. Por isso aconselha-se que os consumidores fiquem atentos às borrachas de vedação das portas e não utilizem a parte traseira da geladeira para secar roupas”, adverte Elias Brito.

As pessoas em geral têm um hábito de querer economizar comprando um aparelho que é mais barato mas consumem maior quantidade de energia. “Ao comprar um equipamento, verifique se ele possui o selo Procel (selo de economia energética). As ações conscientes que a Procel lista podem ser feitas a partir do cálculo de gasto dos eletrodomésticos: multiplicação da potência dele pelo número de horas e dias utilizados, seguido da divisão do resultado por 1000 e a multiplicação pela tarifa cobrada.

O gerente da P&D conta que a CEB criou um projeto, batizado como Agente CEB, no qual o agente vai a comunidade de baixa renda levantar as condições da comunidade, aspecto social, mas principalmente verificar como estão as instalações. O objetivo do projeto é substituir 6.500 geladeiras ineficientes. As lâmpadas incandescentes serão substituídas por fluorescentes. A substituição atenderá no mínimo três lâmpadas por unidade de consumidor, ou seja, por cada casa.

Uma lâmpada incandescente gasta 40W, em um mês, ligada 12 horas por dia. Já uma fluorescente consome apenas 17W ligada em uma mesma quantidade de horas. Em dinheiro, a incandescente gasta R$ 7 reais e a fluorescente R$ 1,89. Uma consome 60W e a outra 1W, com a mesma iluminação.
Se todas as casas do Brasil trocassem uma única lâmpada comum por uma fluorescente, isso evitaria emissão de quase 20 milhões de toneladas de CO2 em um ano. Essa quantia equivale a 7% das emissões totais de gás carbônico do Brasil, descontando o desmatamento.

O que gasta mais energia
chuveiro elétrico (30%)
geladeira (30%)
lâmpadas (15%)
ferro elétrico (7%)
lavadora (5%)
outros (13%)


Como economizar gás na sua residência
Seguindo as orientações e dicas aqui apresentadas, você poderá obter umaeconomia de gás de até 20% em sua residência. Lembre-se, economizar 20% no consumo de gás durante um ano equivale a ganhar dois meses a mais de gás.
  • Não deixe o piloto do aquecedor aceso constantemente;
  • Ao utilizar o forno, procure mantê-lo fechado, aproveitando ao máximo o calor produzido pelo mesmo;
  • Quando a chama sair pela borda do queimador do seu fogão ou quando a chama estiver amarela, é sinal que seu eletrodoméstico precisa ser regulado;
  • Elimine rapidamente qualquer tipo de vazamento;
  • Limpe periodicamente os injetores dos queimadores;
  • Programe a utilização do aquecedor de acumulação para um determinado período;
  • Não instale aparelhos a gás em locais de forte correnteza de ar;
  • Centralize a sua panela sobre a chama de gás;
  • Tenha sempre à mão fósforo ou qualquer instrumento de ignição; acenda o fósforo depois abra a torneira de controle de gás; quando a água começa a ferver, mantenha o queimador em fogo baixo;
  • Na construção de uma casa isole sempre as tubulações de água quente para reduzir as perdas de calor e o consumo de energia.
  • Prefira chuveiro a gás em vez de banheira, que gasta muito mais água e energia.
  • Procure sempre o produto mais econômico! Veja tem o selo de economia de energia: lá você acha o consumo declarado pelo fabricante.

Economize água a naturza agradece
Você sabia que, segundo dados da Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene? Já para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ser humano precisaria de apenas 40 litros por dia. Pois é, só que no Brasil, o consumo por pessoa chega a mais de 200 litros por dia.
Em grandes centros urbanos do Brasil e nas cidades com mais de 120 mil habitantes, o consumo de água pode chegar a 320 litros por dia, por pessoa. O que é um desperdício total!
Todos nós sabemos que o planeta Terra é formado de, aproximadamente, 70% de água. Mas o que nem todo mundo sabe é que a maior parte dessa água, 97,50%, é salgada e imprópria para o consumo. Da água doce, 2,493% estão em lençóis subterrâneos ou congelados nos pólos, e apenas 0,007% está em rios e lagos, disponível para nosso consumo. E não é só isso! Desse 0,007% de água doce disponível para nosso consumo, 70% vão para a agricultura; 22%, para a indústria e 8%, para o consumo individual.
Analisando essa situação concluímos que PRECISAMOS ECONOMIZAR ÁGUA URGENTEMENTE!
Se cada pessoa do mundo fizer a sua parte, a água não vai acabar, e a vida em nosso planeta será preservada. Na verdade, gastar mais de 100 litros de água por dia é jogar dinheiro fora e desperdiçar nossos recursos naturais.
Quer fazer a sua parte? Então, comece a falar sobre esse problema para todas as pessoas que você conhece, economize água conforme as dicas do programa Cultura Ambiental desta semana e mãos à obra!
Dicas para economizar água e dinheiro – sem prejudicar a saúde, a limpeza da casa e a higiene das pessoas.
No banheiro: Banho de 15 minutos? Negativo! O banho deve ser rápido. Cinco minutos são suficientes para higienizar o corpo. No caso do banho com chuveiro elétrico, em 15 minutos com o registro meio aberto, são gastos 45 litros de água na residência. A mesma coisa é o banho de ducha por 15 minutos. Com o registro meio aberto, consumimos 135 litros de água. Se fechamos o registro na hora de ensaboar o corpo e reduzimos o tempo para 5 minutos, o consumo cai para 45 litros.
Se uma pessoa escova os dentes em cinco minutos com a torneira não muito aberta, gasta 12 litros de água. No entanto, se molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e, ainda, enxaguar a boca com um copo de água, consegue economizar mais de 11,5 litros de água.
Do mesmo modo, para lavar o rosto a dica é não demorar. Ao lavar o rosto em um minuto, com a torneira meio aberta, uma pessoa gasta 2,5 litros de água.
O mesmo vale para o barbear. Em 5 minutos gastam-se 12 litros de água. Com economia o consumo cai para 2 a 3 litros.
Descarga e vaso sanitário: Não use a privada como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga à toa, pois ela gasta muita água. Uma bacia sanitária com a válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros. Bacias sanitárias mais novas necessitam um tempo de acionamento 50% menor para fazer a limpeza, neste caso pode-se chegar a volumes de 6 litros por descarga.
Mantenha sempre a válvula da descarga regulada e conserte os vazamentos assim que eles forem notados. Quando a válvula está defeituosa, pode-se gastar até 30 litros. E lugar de lixo é no lixo. Jogando no vaso sanitário podemos entupir o encanamento. E, nesse caso, o lixo acaba voltando pra nossa casa.
Ao lavar a louça, primeiro limpe os restos de comida dos pratos e panelas com esponja e sabão e, só então, abra a torneira para molhá-los. Ensaboe tudo que tem que ser lavado e, então, abra a torneira novamente para novo enxágüe.
máquina de lavar louça só deve ser ligada quando estiver cheia. Numa casa, lavando louça com a torneira meio aberta em 15 minutos, são utilizados 117 litros de água. Com economia o consumo pode chegar a 20 litros. Uma lavadora de louças com capacidade para 44 utensílios e 40 talheres gasta 40 litros.
Na higienização de frutas e verduras utilize cloro ou água sanitária de uso geral. Basta uma colher de sopa para um litro de água, por 15 minutos. Depois, coloque duas colheres de sopa de vinagre em um litro de água e deixe por mais 10 minutos, economizando o máximo de água possível.
Você sabia que ao se utilizar um copo de água, são necessários pelo menos outros 2 copos de água potável para lavá-lo? Por isso, combata o desperdício em qualquer circunstância. Tenha seu copo de uso constante em casa, no trabalho e na escola.
Junte bastante roupa suja antes de ligar a máquina ou usar o tanque. Não lave uma peça por vez. Caso use lavadora de roupa, procure utilizá-la cheia e ligá-la no máximo três vezes por semana. Se na sua casa as roupas são lavadas no tanque, deixe as roupas de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar. Use água nova apenas no enxágüe. E aproveite esta última água para lavar o quintal, a área de serviço ou a calçada, pois a água já tem sabão. No tanque, com a torneira aberta por 15 minutos, o gasto de água pode chegar a 279 litros. A lavadora de roupas com capacidade de 5 quilos gasta 135 litros. O ideal é usá-la somente com a capacidade total.
No jardim, use um regador para molhar as plantas ao invés de utilizar a mangueira. Ao molhar as plantas durante 10 minutos o consumo de água pode chegar a 186 litros. Para economizar, a rega durante o verão deve ser feita de manhãzinha ou à noite, o que reduz a perda por evaporação. No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã. Mangueira com esguicho-revólver também ajuda. Assim, pode-se chegar a uma economia de 96 litros por dia!
Adote o hábito de usar a vassoura, e não a mangueira, paralimpar a calçada e o pátio da sua casa. Lavar calçada com a mangueira é um hábito comum, mas que traz grandes prejuízos. Em 15 minutos são perdidos 279 litros de água. Se houver uma sujeira localizada, use a técnica do pano umedecido com a água de enxágüe da roupa ou da louça.
Use um balde e um pano paralavar o carro ao invés de uma mangueira. Se possível, lave pouco durante a estiagem, a época do ano em que chove menos. Muita gente gasta até 30 minutos ao lavar o carro. Com uma mangueira não muito aberta, gastam-se 216 litros de água. Com meia volta de abertura, o desperdício alcança 560 litros. Para reduzir, basta lavar menos o carro utilizando o balde. A cada lavada, o consumo é de apenas 40 litros.
Outras dicas para preservar a água é não jogar lixo nos lagos, córregos, rios e mar. Os edifícios com hidrômetros individuais por apartamento estimulam a economia de água e a conta é mais justa, pois cada família só paga o quanto consome. Adote a idéia do reuso da água sempre que possível.
E você pode organizar um grupo para plantar árvores ao longo das margens de um córrego ou para limpar, recuperar e conservar um pedaço de terra degradada. Seja um cidadão consciente. Informe às distribuidoras sobre vazamentos de água e exija do governo um órgão regulador forte e presente para fiscalizar a eficiência das distribuidoras.
Aprenda a calcular o potencial de economia de água em sua casa
Para aprender a calcular o potencial de economia de água em sua casa, ao receber sua próxima conta de água, multiplique o consumo em metros cúbicos por mil (já que cada metro cúbico equivale a mil litros de água) e, em seguida, divida o valor encontrado pelo número de moradores fixos da casa.
Esse resultado equivale ao consumo diário médio de cada morador. Caso ele ultrapasse os 110 litros propostos pela ONU, coloque em prática as medidas de economia listadas abaixo para alcançar a meta. Adotando essas ações, você colabora para a preservação da água no planeta.
Sabendo usar, não vai faltar! Um ótimo Dia Mundial da Água com bastante consciência para você.
E semana que vem tem o seminário Água e Cidadania – Visões Múltiplas para um recurso de usos múltiplos que acontecerá entre osdias 22 e 24 de março na Universidade dos Correios, próxima à UnB. Inscrições: Ibram.
Kaue

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dicas de como ser sustentável

       Dicas para ser sustentável



1. A localização de um edifício é muito importante no que respeita às necessidades térmicas do espaço interior. Estas
necessidades estão contempladas no Regulamento de Características de Comportamento Térmico dos Edifícios
(RCCTE), onde se apresentam estratégias que contribuem significativamente para a melhoria do desempenho térmico
dos edifícios. Procure aconselhamento especializado para verificar se a casa que vai habitar cumpre este Regulamento
tanto para a situação de Verão como para a situação de Inverno.
2. Prefira um local arejado com pouco trânsito automóvel, o que se traduz em menos poluição e, bem servido de
transportes públicos, para que os possa usar em alternativa.
Se lhe for possível habitar próximo do seu local de trabalho, desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para
um ambiente mais saudável.
3. O Sol é a nossa maior fonte de energia. Tire disso o melhor proveito escolhendo uma casa maioritariamente orientada a
Sul de molde a minimizar consideravelmente as necessidades
de aquecimento durante a estação de Inverno. A radiação solar incide nas janelas de vidro e aquece de forma natural o
espaço interior.

4. Durante a estação de Verão, há que impedir o sol de incidir nas janelas voltadas a Sul, verifique se as janelas possuem
uma protecção pelo lado exterior: uma pala, persiana ou até vegetação (de folha caduca no Inverno).
5. Se a casa que vai habitar tiver janelas orientadas a nascente (Este) ou poente (Oeste) necessita obrigatoriamente
de persianas exteriores, pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo, durante a situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro, pela
manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente.
6. O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos,ou outras divisões que necessitem de poucas aberturas (ou
mesmo nenhuma) para o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através do vidro durante a
estação fria. Se for impossível a escolha de uma casa sem divisões orientadas a Norte, então tenha sempre presente esta questão.

7. As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação quente e perdas térmicas muito
consideráveis durante a estação fria, o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito. A área de
envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área de pavimento dessa divisão.
8. Devemos também tirar partido do sol no que respeita a iluminação. Prefira divisões iluminadas naturalmente para
minimizar a necessidade de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte de luz natural para divisões não iluminadas. Este “transformador de luz natural”
canaliza a luz do exterior para o interior.
9. Sempre que necessária a iluminação artificial, opte por lâmpadas de baixo consumo e por iluminação localizada (só
apenas onde é de facto necessária). Esta iluminação deverá ser provida de dispositivos para regulação do ambiente
luminoso.
10. Se a casa que vai habitar ainda não possui equipamentos electrodomésticos, prefira, sempre que possível, os de Classe
A, mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário do que se pensa não são necessariamente mais
caros.
11. A localização e orientação solar, bem como a construção do edifício, é determinante para se ter uma casa confortável,do ponto de vista térmico. Verifique na Ficha Técnica da
Habitação (FTH) como são as paredes exteriores do edifício.
Deverá optar por soluções de parede dupla com isolamento ou parede simples com isolamento pelo exterior da parede.
12. O isolamento térmico adequado é determinante para evitar perdas de calor no Inverno ou ganhos de calor no Verão,
mantendo assim uma temperatura constante no interior de sua casa. Prefira um material de isolamento com um baixo
índice de condutibilidade térmica (U-value), mas com baixo teor de energia incorporada (energia consumida desde a
extracção da matéria prima até ao produto final).
13. Verifique as caixilharias e o vidro. Aquelas com corte térmico (são fabricadas de forma a promover uma redução da
transmissão térmica entre 40% a 60%) e vidro duplo são as mais indicadas do ponto de vista de conservação de energia.
No entanto, deverá optar por caixilharias com grelhas de ventilação, para facilitar a renovação do ar.
14. Dê especial importância aos materiais utilizados,preferindo os de baixo impacte ambiental, não só na sua
produção, mas também ao longo da sua vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização ou reciclagem dos materiais
utilizados na sua casa.
15. É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e, nos casos mais importantes, solicitar os
certificados de conformidade de acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e
acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.
16. Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado),está adequadamente isolada (poderá fazê-lo através da FTH).
Prefira um isolamento imputrescível e resistente à água,preferencialmente colocado sobre a laje e sobre a camada de
impermeabilização.
17. Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes
à água, ou pavimentos com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas térmicas ou outras
patologias associadas através do solo (estas soluções construtivas devem vir explicadas na FTH)

18. A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham as condições de salubridade interior nos edifícios.
Uma casa insuficientemente ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando o conforto ou
mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias possuem dispositivos que permitem a ventilação.
19. As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o conforto térmico. Seja selectivo na escolha da
cor de sua casa, considerando que, as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras (enquanto uma fachada branca pode absorver só 25% do
calor do sol, a mesma fachada, pintada com cor preta, pode absorver o calor do sol em 90%).
20. Se a casa que pensa habitar está provida de equipamentos que funcionam à base de energia renovável,tanto melhor! Se vai construir é altura de os aplicar. De entre
os vários existentes no mercado destacam-se:
Colectores solares térmicos
Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor, permitindo poupar até 70% da energia necessária
para o aquecimento de água. O RCCTE diz que todos os edifícios novos com condições de exposição solar adequada
serão obrigados a ter, sempre que seja tecnicamente viável.
Painéis solares fotovoltaicos
Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas
de aproveitamento de energia solar. Por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol é convertida em
energia eléctrica. Estes sistemas podem ser utilizados em locais isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados
à rede.
Bombas de calor geotérmicas
São sistemas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento do ambiente. Actuam como máquinas de
transferência de calor. No Inverno, absorvem o calor da Terra
e levam-no para sua casa. No Verão, funcionam como ar condicionado, retirando o calor de sua casa para arrefece-lo,no solo.
Mini-turbinas eólicas
A energia do vento acciona estes sistemas para fornecer electricidade a uma micro-escala. Embora as micro-turbinas
eólicas mais comuns sejam colocadas no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser colocadas no
topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade de 50% a 90%.Sistemas de aquecimento a biomassa
A biomassa pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica(resíduos provenientes da limpeza das florestas, da agricultura
e dos combustíveis resultantes da sua transformação). Em casa, este tipo de matéria pode ser utilizada, por exemplo, em
sistemas de aquecimento, representando importantes vantagens económicas e ambientais.
Fonte

http://naturlink.sapo.pt/Noticias/Opiniao